Tag: Artigos
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Niketche uma história da poligamia é uma dança de mulheres que reinventam o amor, a lei e a vida
Em fábula realista, escritora moçambicana enfrenta as dores de uma tradição patriarcal com a união entre mulheres. O romance de Paulina Chiziane é uma coreografia de encontros improváveis entre mulheres, suas culturas e tradições. A narrativa é conduzida por Rami, uma mulher instruída que vive em Maputo, capital de Moçambique, e descobre que o marido…
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Livros com amigos imaginários para lembrar o poder do afeto e da amizade
A criança está brincando em um canto, sozinha. Mas de repente dá risada. Joga a bola para… quem? E logo começa a conversar com alguém… mas com quem ela está falando? Quem tem filhos já se deparou com cenas assim. Os amigos imaginários costumam fazer parte da infância. Mas perto dos 6 anos, quando…
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Mauricio Santana Dias apresenta Bambino a Roma, novo livro de Chico Buarque: Trata-se de um duplo retorno ao passado
Por Mauricio Santana Dias* Chico Buarque lança um romance feito a partir de suas lembranças de infância, quando morou em Roma com a família entre 1953 e 1954. A história começa com a partida dos Buarque de Holanda do porto do Rio de Janeiro para Gênova, travessia marcada por sucessivos vômitos do menino Chico no…
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Naoíse Mac Sweeney: “Quando vi a capa da edição brasileira de ‘O Ocidente’ pela primeira vez, algo imediatamente pareceu se encaixar”
Por Naoíse Mac Sweeney* ** A capa da edição brasileira de O Ocidente, de Naoíse Mac Sweeney, brinca com a tela “Moça com o Brinco de Pérola”, de Johannes Vermeer (Foto: Desenho Editorial) Quando vi a capa da edição brasileira de O Ocidente pela primeira vez, algo imediatamente pareceu se encaixar. É uma imagem tão…
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Por que é a hora de dar poder aos gerentes?
Durante anos, os gerentes intermediários foram negligenciados. Em filmes e séries de TV, eram motivo de chacota por supostamente realizarem reuniões inúteis e preparar relatórios sem nexo. (Quem aqui lembra de Michael Scott, em The Office?). O ditado, afinal, é verdadeiro: as pessoas não pedem demissão de uma empresa, pedem demissão de um chefe. Mas…
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2023: o ano em que a diversidade marcou a literatura infantil
Por Júlia Moritz Schwarcz Mais um ano passou, as mensagens de feliz 2024 já começam a encher as nossas caixas de e-mail, e passamos a olhar para trás e pensar nesses doze meses cheios de livros e toda a alegria que eles proporcionaram e continuarão a proporcionar. Este foi um ano em que a diversidade…
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Nas dobras do cordel
Por Januária Cristina Alves Agosto é o mês do folclore e não há como falar do folclore brasileiro sem falar dos cordéis. É nas dobras dos cordéis que povoam o imaginário do brasileiro até hoje que encontramos muitas lendas e personagens do nosso folclore. Os cordéis não apenas ajudaram a divulgá-las, a contá-las e recontá-las,…
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Joias do catálogo: _x0091_Guilherme Augusto Araújo Fernandes_x0092_, de Mem Fox e Julie Vivas
Por Guilherme Semionato Além do extraordinário A velhinha que dava nome às coisas (que também faz parte desta série), há mais um livro arrebatador no catálogo da Brinque-Book, uma obra-prima profundamente humanista. Se existe unanimidade na literatura que crianças leem, seu nome é Guilherme Augusto Araújo Fernandes. Aliás, o nome completo de um personagem…
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Siga o fio do cordel!
Por Januária Cristina Alves Dia 19 de novembro é o dia do cordelista. A data foi escolhida por ser o aniversário de um dos maiores cordelistas brasileiros, Leandro Gomes de Barros, autor de mais de mil folhetos nos quais cantou, contou e recontou as mais belas histórias de nossa tradição oral. Para o escritor e…
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Joias do catálogo: ‘Rã e Sapo são amigos’, de Arnold Lobel
Por Guilherme Semionato É difícil começar um texto para Rã e Sapo são amigos, e por tantos motivos. É preciso fazer justiça ao livro e à obra (e à vida, se é que não são a mesma coisa) de Arnold Lobel, até então inédito no Brasil; convém falar do meu trabalho no livro (que…
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Joias do catálogo: A velhinha que dava nome às coisas, de Cynthia Rylant e Kathryn Brown
Por Guilherme Semionato Entre as muitas acepções do verbo “nomear”, a que melhor casa com o extraordinário livro A velhinha que dava nome às coisas, da Brinque-Book, é “dar início a algo que não existia”. Quem nomeia, cria — não só aquilo que é nomeado, mas toda uma realidade ao redor. LEIA MAIS: Joias do catálogo: O rei…
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Joias do catálogo: O rei e o mar, de Heinz Janisch e Wolf Erlbruch
Por Guilherme Semionato Existe um pequeno rei em cada um de nós. Às vezes nos maravilhamos com a força que temos, às vezes nos enfurecemos com nossa impotência. E quantas vezes nos encantamos de tal maneira com o mundo ao nosso redor que fica até parecendo que é um reino que governamos… Um reizinho testa…
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Qual mulherzinha você é?
Por Janaina Tokitaka Desde que essa adaptação para cinema de “Mulherzinhas” (Penguin) foi anunciada – “Adoráveis mulheres”, que concorre ao Oscar 2020 em seis categorias, entre elas a de Melhor Filme –, eu e minha irmã mais nova começamos a fazer planos pra ver a primeira sessão disponível. Discutimos o casting, animadas e com medo…
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Mahatma Gandhi e o silêncio
Por Leo Cunha Mahatma Gandhi morreu de frio, no portão da minha casa. Ele não fez nenhum barulho, não gostava de confusão, resistiu pacificamente à dor e ao frio daquela noite de inverno. Ninguém da família o viu lá fora. Ninguém ouviu nada. Na manhã seguinte, meu pai o encontrou estirado diante do portão,…
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Heloisa Prieto abre seu álbum de família
Por Heloisa Prieto – Olha que vocês não conseguir dormir depois! Rindo atrás das grandes poltronas da sala, meu primo Mário e eu assistíamos a um filme de terror, em branco e preto, na TV. Era a história de uma velha atriz de muito sucesso que, ao enlouquecer, passava os dias a pentear-se e…
